Mulheres se ferem com canivete durante briga no Centro de BH

NEGRIARA
Uma delas acusou a outra de roubar R$ 150
30 de janeiro de 2012 -  Mulheres protagonizam briga no Centro de Belo Horizonte neste domingo. Uma delas arrancou o canivete depois de ter sido acusada de roubar R$ 150 reais. As duas ficaram feridas e sobrou até para os policiais que tentaram contê-las.

Com as mãos sujas de sangue, a mulher foi flagrada discutindo com os militares. Ela gesticula, grita e se exalta. O PM tenta acalmá-la, mas não consegue. Então, Ângela Maria Muniz tenta agredir o policial. A discussão continua.

De acordo com testemunhas, as duas mulheres são amigas e trabalham juntas em um bar na capital. Ângela é cozinheira e Valdirene Cristina Rodrigues, de 31 anos, é garçonete. Elas teriam começado a brigar por causa de dinheiro.

As duas foram levadas pela polícia militar para o Hospital João XXIII e em seguida, foram conduzidas para a delegacia para prestar esclarecimentos. O dinheiro, ninguém sabe onde foi parar.

 
 Ensanguentada, Ângela Maria Muniz ainda tentou agredir o policial
Veja o vídeo:  http://www.alterosa.com.br/html/noticia_interna,id_sessao=9&id_noticia=69406/noticia_interna.shtml

Aluna é agredida na saída do colégio após troca de ofensas pela internet

NEGRIARA
  Estudante de 13 anos foi agredida por duas garotas em Cascavel, no PR.

Imagens mostram agressão; mãe fez BO e agressoras foram identificadas.


 Uma estudante de 13 anos de um colégio estadual, que fica no centro de Cascavel, no oeste do Paraná, foi agredida por duas outras adolescentes na saída das aulas. Um vídeo mostra a garota recebendo socos e chutes. Em um determinado instante, as agressoras jogam a aluna contra a parede da escola, quando ela cai no chão uma das agressoras chega a ficar em cima dela e a golpeia mais vezes.

Logo chega uma colega, que ajuda a estudante que apanhava. Segundo informações das menores envolvidas, a briga começou em uma página de relacionamentos da internet. Depois da troca de ofensas virtual, as garotas partiram para a agressão física.

“Eu falei para ela “cara, eu estava brincando, não tem nada a ver, né”. Aí ela “tá, beleza, de boa”. Aí até que aconteceu isso, no outro dia”, contou a adolescente agredida.

De acordo com a vice-diretora do colégio, Mareli Steinbach, a aluna foi atendida, a mãe dela foi chamada para conversar e a escola não conseguiu identificar quem eram as agressoras. “Não foram alunos do colégio, são alunos de outros colégios, que não estavam uniformizados, que vieram aqui rondar a nossa escola para poder provocar esse tipo de violência também, infelizmente, a gente sabe que foi isso”, disse Steinbach.A mãe da estudante registrou boletim de ocorrência na polícia e as agressoras foram identificadas. Uma delas tem 17 anos e estuda em escola pública e a outra tem 13, e é de colégio particular.

Uma das agressoras foi localizada pela reportagem e quando questionada sobre se já havia brigado outras vezes, ela responde que “com essa é a terceira”. A menor ainda relata que das outras vezes não aconteceu nada contra ela. “Não foi registrada BO, nem nada contra mim, eu acho”.

Na próxima semana, as duas adolescentes têm audiência marcada com a Promotoria Pública e os pais devem acompanhá-las. Em entrevista à RPC TV, a mãe de uma das agressoras, que não quis se identificar, disse que ficou envergonha com a atitude da filha.

“Eu falei pra ela que pior que animais... brigar. Para que brigar? É tão fácil levar a vida sem briga. (...) Ela vai responder pelos atos que ela fez. O que ela tiver que fazer, ela que vai fazer. Estuda de manhã, vai fazer o trabalho [sócioeducativo] a tarde. Só assim pro adolescente ter consciência, eu acho", disse a mãe.
COMENTÁRIOS:
Sophia Borges
Essas duas adolescentes certamente boa coisa não são e a adolescente agredida imagino que tenha provocado, mas vc chegar a pisar, bater por bobagens de internet e além disso com covardia, pois foram duas contra uma, só demonstra a falta de limites, noção do bem e do mal. Um dia desses eu vi uma apresentadora famosa imitando sua filha falar, ela achava graça da adolescente também famosa se expressar...nisso eu percebi que os pais não dão limites aos filhos, acham tudo bonitinho, coisa de adolescente. Eu não fui criada assim e acho estranho toda essa liberdade, essa falta de limites e respeito.

Aline Santos
está certa a educação vem de casa,todos esses alunos tem que ser punido

Davi Farias
Parece que elas estao querendo uma coisa bem grande no meio da pernas.
Dorval Vignol
A mente mente e a moral do Davi Farias são podres. Só uma pessoa mto pequena faria este
comentário.

Jorge LimaBelo Horizonte, MG
Parabenizar a mãe que aceita a punição da filha e condena seu ato é louvavel. Quando eu era criança apanhava quase todo dia. Meu pai sempre foi muito bravo e nem por isso deixei de gostar dele e de respeita-lo. Não tinha medo. Tinha respeito. Ta certo que muitas vezes não havia necessidade deu apanhar (eu acho). Mas fui educado assim e agradeço muito a ele por isso.Hoje se der uma palmadinha no bumbum da criança ja vira espancamento. A criança cresce e acha pode fazer tudo sem ser punida. Colocar fogo nos mendigos, chutar os bichos, mandar a professora pra PQP, roubar a merenda do colega...

João SilvaNatal, RN
TEM HORAS QUE NÃO DÁ MAIS PARA ENTENDER PARA QUE SERVE A FAMÍLIA, A ESCOLA, A IGREJA, O PROGRESSO E OS PODERES CONSTITUÍDOS. A VIDA ESTÁ CADA VEZ MAIS ESTÚPIDA E IRRACIONAL. NÃO EXISTE MAIS MODELO, MORAL, ÉTICA , VERGONHA NA CARA MESMO, NÃO EXISTE AMOR. AS PESSOAS DESAPRENDERAM A ENSINAR O QUE É O BEM. PARECEM BESTAS DESORIENTADAS NO MEIO DO DESERTO.E AINDA TEM GENTE ESTÚPIDA PARA JUSTIFICAR E DEFENDER ESTES SERES DAS PROFUNDEZAS DO ABISMO MORAL EM QUE SE ENCONTRA A SOCIEDADE. E O PIOR É QUE NINGUÉM FAZ NADA, FAZ VISTA GROSSA E AINDA SE APIEDA DESSAS CRIATURAS MONSTRUOSAS DA ATUALIDADE.


Carla Arbex
Estou no meio da minha monografia e o tema é "Violência nas escolas.Como devemos lidar?" Através das minhas pequisas de campo, constatei que a maioria dos alunos agressores, na sua grande maioria adolescentes, na verdade querem aparecer, muito mais que tomar satisfação ou "cobrar" uma ofensa, eles, os agressores, querem ser assunto do momento, aparecer em suas páginas de relacionamentos como "os caras, as destemidas". Parabéns a essa mãe que soube reconhecer o erro da filha e sabe que deve ser punida, assim o risco dessa menina se tornar um adulto perigosofica mais distante.


Raimundo RochaPorto Alegre, RS
Quando digo que tem que dar um laço nessa moçada , por isso que quando pedimos pra arrumar o quarto acabam esfaqueando os pais, não mostram limites depois se dizem envergonhados.



 Link do vídeo: http://g1.globo.com/parana/noticia/2012/03/aluna-e-agredida-na-saida-do-colegio-apos-troca-de-ofensas-pela-internet.html

Seds e PM são esperados para explicar 'maquiagem'

NEGRIARA
Denúncia do Hoje em Dia leva deputados a cobrarem esclarecimento sobre dados da criminalidade


Após denúncias publicadas pelo Hoje em Dia de "maquiagem" das estatísticas de criminalidade no Estado, o assunto será tema de uma audiência pública, nesta quarta-feira (29), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Particiam da reunião as comissões de Segurança Pública e de Direitos Humanos.

O deputado Sargento Rodrigues (PDT), um dos responsáveis pelo requerimento da audiência, disse esperar que a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) e a Polícia Militar enviem representantes à audiência, a fim de esclarecer os fatos. “As denúncias são graves. É com muito espanto que as recebemos. Precisamos de dados confiáveis para definir políticas públicas na área de segurança”, afirmou o parlamentar.

O objetivo do esquema de maquiagem, segundo denúncias de policiais publicadas na edição de 6 de fevereiro, seria reduzir estatísticas de crimes violentos em Minas Gerais e cumprir metas anuais estabelecidas pela Seds. Nesse sentido, um homicídio era registrado como encontro de cadáver e uma tentativa de homicídio se transformava em lesão corporal.

No último dia 16, o secretário de Estado de Defesa Social, Lafayette Andrada, negou a maquiagem de boletins e classificou os casos ocorridos como isolados e com erros de interpretação. O secretário alegou ainda que os comandos das polícias mineiras foram orientados a não repassar as estatísticas para à imprensa.

Na mesma data, o governador Antônio Anastasia voltou atrás e determinou que as estatísticas de homicídios, tentativas de homicídios, estupros, roubos e roubos à mão armada sejam divulgadas mensalmente. Já os dados sobre a criminalidade em Minas Gerais, referentes a 2011, deveriam ser divulgados pela Seds na última segunda-feira (27), o que não aconteceu.

Em nota, a Seds informou que a divulgação sobre as estatísticas de crimes violentos no Estado será na próxima quarta-feira (29). Segundo o órgão, o anúncio foi adiado em função de um acidente sofrido pelo secretário Lafayette Andrada.

Guerra pelo poder pode ter motivado chacina em Vespasiano

NEGRIARA

Grupo que executou os quatro jovens, com idades entre 17 e 20 anos, segundo investigação, queria demonstrar força


Renato Cobucci
Chacina Vespasiano
Policiais observam local em Vespasiano, onde foram empilhados os quatro corpos executados


A polícia vai investigar a possilidade de que a chacina de quatro homens que foram encontrados mortos no final da noite desta quarta-feira (22), em uma estrada secundária do bairro Morro Alto, em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, possa estar ligada a uma guerra por poder e espaço para o tráfico de drogas na região.

A informação foi fornecida por um oficial da Polícia Militar que está lotado no 36º Batalhão e que trabalha no município há muito tempo e não quis se identificar. Ele acredita que os quatro homens assassinados, aparentemente por estrangulamento e enforcamento, possam ter sido eliminados por integrantes de algum grupo de criminosos que quer aumentar seu poder.

Os quatro homens mortos, com idades entre 17 e 20 anos, foram localizados pouco depois das 22 horas de quarta-feira e estavam empilhados uns sobre os outros, em um canto de uma estrada secundária que liga as rodovias estaduais MG-424 e MG-010, no Bairro Jardim da Glória, Região do Morro Alto.

Um homem não identificado telefonou para a Central de Operações da Polícia Militar e denunciou a existência, no local, de um desmanche de veículos roubados ou furtados ao lado de um bota-fora de restos de construções e ossadas de animais mortos.

Segundo o estranho, a polícia poderia surpreender alguns homens envolvidos no desmanche porque eles estavam em ação naquela noite. Uma guarnição da 180ª Cia Independente da Polícia Militar foi para o local indicado e, ao chegarem, os militares não viram nenhum sinal de desmanche, mas acabaram encontrando os quatro corpos empilhados. Para a polícia, o estranho que fez a denúncia, queria, na realidade, apontar o lugar onde estavam os quatro corpos.

O major Nilton Roberto, comandante da unidade policial, disse nesta quinta-feira (23) que nenhuma droga ou arma foi apreendida no local e nas buscas feitas foram encontrados um celular, um carregador de celular e um doce de amendoim. Para ele é grande a possibilidade de que os quatro homens tenham sido assassinados em outros lugares e levados, mortos, para o trecho rodoviário deserto onde foram abandonados.


Chacina Vespasiano
Denúncia inicial era de que no local havia um desmanche, entretanto, encontraram quatro corpos enforcados (Foto: Renato Cobucci)

Perícia nos corpos

Esse oficial acrescentou que, no local, peritos da Criminalística não encontraram nenhum ferimento de tiro ou de faca, nos quatro corpos. Além das marcas características de estrangulamento e enforcamento no pescoço, os mortos tinham ferimentos nos rostos, denunciando que teriam sido espancados. Esses detalhes levam a polícia a admitir, também, a hipótese de que os quatro homens assassinados tenham sido vítimas de uma vingança.

Os mortos ainda não foram oficialmente identificados. Um deles era de cor parda, magro, cabelos tipo moicano, usava brincos e tinha uma tatuagem, G-3 em um braço. Outro morto, moreno, cabelos crespos, usava bermudas com estampas cor laranja e tatuagem com os dizeres "Deus é fiel", no braço esquerdo, enquanto o terceiro corpo era de um homem que tinha uma tatuagem de um dragão na perna esquerda e era moreno, cabelos crespos e magro. O quarto homem assassinado era de cor morena, cabelos crespos, usava anéis nas mãos e uma bermuda com as cores preta, azul, branca e cinza. Na panturilha da perna direita  tinha uma tatuagem de um palhaço.

Militares de Vespasiano disseram que algumas pessoas envolvidas com crimes costumam usar esse tipo de tatuagem como forma de ofender a polícia.
O município de Vespasiano foi apontado como um dos mais violentos da Região Metropolitana de Belo Horizonte, de acordo com informes de pesquisas divulgados no mês passado, pela Secretaria de Estado da Defesa Social (Seds). Nesse município aconteceram 47 homicídios em 2.010, enquanto que, no ano passado, a estatística apontou 82 ocorrências de assassinatos